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4 lições de grandes varejistas que apostaram no e-commerce

A participação do varejo no comércio eletrônico brasileiro deve crescer ainda mais até 2021, segundo uma pesquisa da Forrester, encomendada pelo Google.

De acordo com os dados, a integração entre os canais online e offline ditará o sucesso dos varejistas no e-commerce, já que cada vez mais os dispositivos móveis são usados para realização de compras pela internet.

Neste post, vamos te apresentar 4 das soluções praticadas pelas grandes marcas que reformularam o modelo de negócio e passaram a ganhar muito por se adequarem ao perfil do novo consumidor. Confira!

1. Digitalização dos processos

O uso de plataformas e tecnologias alternativas deram ao Magazine Luiza o suporte necessário para repaginar o modelo de negócio e melhorar a experiência do cliente.

As lojas físicas, cerca de 800, passam por um processo de digitalização constante. Nelas, os vendedores usam o aplicativo Mobile Vendas, o que reduz o tempo de atendimento, garante a disseminação das informações sobre produtos e obtenção de dados dos clientes.

A rede tem investido em sistemas para a implantação de tecnologias que otimizam o tempo, agilizam as operações, melhoram o relacionamento com o cliente e ainda geram vendas.

O Retira na Loja é uma prova de que é possível deixar o cliente satisfeito. Nesse caso, as compras feitas por meio do site ou aplicativo podem ser retiradas na loja física mais próxima. Isso leva à redução no prazo de entrega e ainda reflete positivamente nos gastos, em se tratando de logística.

Com essas implementações, a empresa vem conquistando um patamar notável na participação de mercado. E como se não bastasse todo o sucesso, recentemente, o Magazine Luiza ingressou no segmento de marketplaces. Ou seja, eles não deixam nenhuma brecha para a concorrência.

2. Integração de pontos online e offline

Os varejistas de e-commerce sabem, mais do que nunca, sobre a importância de unificar as lojas físicas com a virtual. Mesmo os grandes nomes como o da C&A percebem a necessidade da atuação virtual.

Quando a marca deixou de vender pela internet em 2003 o cenário era bem diferente do atual. Por isso, em 2015 — 12 anos depois — a companhia não teve outra solução, voltou a vender pelo site.

Agora, com a integração, os consumidores podem comprar os seus produtos pela internet e trocá-los na loja física. Além de melhorar a experiência do usuário, a estratégia é uma forma de levar o cliente ao estabelecimento convencional, pois assim é possível gerar mais vendas. Um canal acaba complementando o outro.

3. Adequação dos canais dos varejistas no e-commerce

Em algum momento a loja virtual poderá competir com a física. O chamado “canibalismo” deve ser evitado para que as vendas de um canal não comprometa as do outro.

Sabemos que a unificação desses meios é muito útil para o ganho de autoridade e vendas. Além disso, é uma maneira de estabelecer contato direto com o cliente. Porém, para mantê-los funcionando harmonicamente é importante definir o mix de produtos, serviços ofertados em cada um deles, adequar os preços, enfim, trabalhar a comunicação de forma efetiva.

Entenda que eles devem se complementar e não competir. Por exemplo, uma das estratégias da C&A é a de levar o cliente online para a loja física. Dessa maneira, é possível estabelecer um equilíbrio e amenizar os conflitos entre os canais.

4. Preparação para os períodos de sazonalidade

Determinadas épocas são importantes para vender ainda mais, sendo assim, conhecer o mix de produtos é uma ótima maneira de oferecer ao consumidor algo interessante.

A C&A, por exemplo, também trabalha com produtos e coleções sazonais. Há aquelas com foco no Dia da Mães, Natal, Black Friday. O mesmo se estende a outros varejistas que sabem aproveitar a oportunidade de vendas nesses períodos.

Por isso, eles investem na experiência do cliente, utilizam mídias sociais, treinam funcionários e otimizam as operações e gestão de logística. Pois, com planejamento é possível conquistar a satisfação do público.

De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), as vendas pela internet devem crescer 12% em 2017, o que vai representar cerca de 200 milhões de pedidos. Ótima notícia para os varejistas no e-commerce!

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